
se tudo já está criado, resta-nos dispor as letras aleatoriamente e, quem sabe, ao acaso, encontrar portais de acesso ao poder criador. resta-nos a língua torpe, tentativas e êxitos, tentativas e êxodos de nós mesmos. beirar o estranho, meditar o misterioso. um chá para aquecer a língua! há um cobertor para esquentar pés frios de palavras? qual meu chão? qual meu eu? um meio? questões nos salvam a inteligência... e só esses dias entedi o desenho de da vinci.
para adentrar a palavra, teime.
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